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Adaptação significa que devemos tratar os outros como gostaríamos de ser tratados. Este é um ditado frequentemente mencionado e tantas vezes mal interpretado como uma regra superfícial "tratar todos igualmente" ou "ser justo". No entanto, se formos honestos com nós mesmos, estamos esperando algo diferente de dos outros; queremos que eles nos escutem e façam um grande esforço para compreender-nos, respeitando as nossas necessidades. Para a administração e a gerencia, isto significa proteger as forças individuais do empregado, equilibrando as limitações com os pontos fortes da equipe. Este é, naturalmente, um plano ambicioso e um desafio diário e continuo. Tratar as pessoas diferentes da mesma maneira não é "justo", mas extremamente injusto.
Compreender os diferentes estilos comportamentais, pontos fortes e limitações das pessoas têm as mesmas consequências para o trabalho em equipe. Reconhecer que as equipes genuínas se beneficiam das diferentes contribuições feitas pelos seus membros. Uma equipe composta exclusivamente de "perfeccionistas" jamais poderá completar alguma tarefa sem um planejamento meticuloso sobre os requisitos do processo, sem isso, a equipe pode acabar prejudicando seu próprio trabalho. Por outro lado, a atmosfera dessa "cultura" seria ótimo, porque os membros da equipe seriam semelhantes e todos provavelmente se dariam automaticamente bem. Lidar com pessoas que são como você e que pensa como você é geralmente mais fácil.
Em equipes de alto desempenho, no entanto, a soma das diferentes forças dos membros agregam mais valor que suas qualidades individuais. Para estas equipes a diversidade individual é a sua maior força e também o seu maior desafio. Isso ocorre porque todos os membros da equipe reconhecem os pontos fortes, necessidades e limitações dos outros e estão preparados para aceitar as diferenças e até mesmo usá-las produtivamente. A maioria das pessoas não conhecem as variedades de dimensões comportamentais que existem e as dinâmicas geradas como resultado. O mesmo acontece no modelo muito popular que é praticado em diversas empresas: ter uma variedade de idades, sexo, nacionalidade, religião, formação educacional, podem potencialmente aumentar o desempenho da equipe ou tão facilmente ser uma fonte de conflito que limita o desempenho. Em alguns casos, isso depende do que o lider faz com o que tem.
A diversidade nas equipes e nas empresas podem até ser benéficas para pontencializar os resultados se seguirmos os seguintes passos:
Passo 1: Fazer da diversidade dos participantes um tema de debate e direcionar a atenção para os pontos fortes de cada membro da equipe.
Passo 2: Atribuir tarefas a equipe considerando os pontos fortes e tendências na medida do possível.
Passo 3: Fazer dos conflito um tema de discussão assim que este se tornar aparente e eliminar desentendimentos que surgem como resultado das diferentes tendências de comportamento.
Passo 4: Promover uma cultura de discussão (e dar o exemplo como gerente), discutir objetivos individuais ao invéz de especular sobre as motivações ou atribuir culpa.
Passo 5: Oferecer oportunidades para o desenvolvimento ao invéz de exigir das pessoas a "mudança". Há uma diferença entre ter a oportunidade de expandir uma gama de comportamento para ser coerente com seus objetivos ou enviar as pessoas para um seminário de "reeducação".
Conclusão: A força pessoal não é conicidência. O resultado de um comportamento reflete na relação que temos com nos mesmo e com os outros. E a melhor base para o desenvolvimento focado na personalidade é uma compreensão mais profunda dos pontos fortes e limitações pessoais próprias e dos outros.
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